Minha trajetória
Venho de uma família que já morou em várias cidades e estados. Com isso, mudava de casa com frequência e percebi que cada casa, mesmo com os mesmos cômodos (ex.: sala, cozinha, banheiro e 3 quartos) eram diferentes. Também percebi que alguns “layouts” funcionam melhor, algumas casas tinham mais luz, outras menos barulho, e quando criança, perguntei à minha mãe quem pensava em como a casa seria. Ela me respondeu: o arquiteto. Ali defini minha profissão.
Cresci, fiz o ENEM e comecei a faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Os Estágios eram permitidos apenas a partir do 3° período então, assim que iniciei ele, já comecei meu primeiro estágio. Foram 4 em áreas diferentes.
Durante a faculdade me candidatei a uma bolsa de intercâmbio. Passei, e por 1 ano eu estudei um dos meus assuntos favoritos na Itália: restauro.
Formei em 2015 e fui para o mercado de trabalho como autônoma. Nesse período também fiz pós-graduação na área de engenharia. Aprendi muito atuando como arquiteta na área residencial, mas o machismo na área me incomodava muito. Em 2020 veio a pandemia. Foi o momento para repensar minha carreira;
Estudei sobre chatbots, Inteligência Artificial, me inscrevi em uma nova pós-graduação e mudei a rota. Se antes eu projetava produtos físicos, agora meu produto era digital. No meio da pós-graduação em UX Design e Metodologias Ágeis, fui contratada por uma empresa de tecnologia.
Entrei como UX Júnior nível 2 e com cerca de 6 meses já recebi uma progressão para o último nível de UX Júnior.
Entrei para atuar em uma das equipes que atendem ao principal cliente da empresa. Conduzi workshops, treinei 3 UXs, participei da avaliação técnica de inúmeros candidatos à vaga de UX na empresa, melhorei processos e conduzi treinamentos internos. Um dos temas foi parar no canal do YouTube da empresa. Você pode ver o vídeo clicando aqui.
Em 1 ano fui promovida a UX Pleno e pedi para trocar de cliente. O que não foi acatado de imediato. Queria outro segmento de cliente. Após 2 anos eu finalmente troquei de cliente e, novamente, um dos mais importantes.
E sinto que ainda não esgotei as possibilidades. Continuo com sede de aprender, com vontade de conhecer o novo. Mas o meu propósito ainda é o mesmo: eu projeto para pessoas.
A arquiteta, a turista, a musicista, a designer, e todas as partes que compõem o meu eu, ainda se preocupam em como os meus projetos se conectam à rotina, ao habitar, à vida das pessoas.

Ambiente de trabalho
Prefiro ambientes que permitam a colaboração e a interação entre as pessoas. Não me identifico com ambientes muito agressivos e competitivos, pois isto pode ser justificável frente ao mercado, mas, não entre os colaboradores de uma empresa.
Características do
meu perfil
SUPORTE: 38%
Meu perfil predominante indica alguém que busca como prioridade o desenvolvimento das pessoas e do espírito de equipe. O bem-estar do grupo e a confiança mútua são fatores de grande importância para mim.
ORGANIZAÇÃO: 28%
Este perfil diz respeito a alguém que busca ter as coisas claras e diretas. Ter claro o que deve ser feito e os caminhos onde se possa percorrer é uma coisa importante. Essa preferência também demonstra um foco na qualidade e na racionalidade.
FLEXIBILIDADE: 23%
O perfil Flexibilidade indica alguém que busca fazer as coisas de forma diferente. Adaptabilidade e um grau de incerteza fazem parte dessa preferência. Por fim, a busca por liberdade e ausência de restrições também são fatores importantes.
INDIVIDUALIDADE: 12%
O perfil Individualidade indica alguém que busca responsabilidades individuais e foco na conquista de metas. Além disso, é importante uma ênfase na execução e na busca pelos números e objetivos setados.
Resultado do teste de perfil comportamental do Gupy, desenvolvido usando três metodologias de mapeamento de perfil internacionalmente reconhecidas:5 Fatores Comportamentais (Big 5), as dimensões da Mentalidade de Crescimento (Growth Mindset) e a Escala de Tenacidade (Grit Scale).
